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O Thyssen (olha a intimidade da pessoa) é um museu bastante conhecido em Madrid, citado nos guias (O Guia da Folha, aliás, destaca bastante o acervo), mas que acaba sempre apagado na lista de coisas cult para fazer em Madrid por causa dos (não menos ricos) museus do Prado e Reina Sofia.
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E aqui o "rico" tem duplo sentido: rico, nesse caso, quer dizer que o museu é lindo, bonito, bacana, como em espanhol. E quer dizer, como em português, que há muito valor em dinheiro ali! Por dios! Aqui, umas imagens que achei no Google, já que não cliquei o prédio.
*** Fachada.

*** Entrada.

*** Um dos muitos corredores.

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Imagine uma família que tem grana, bom gosto e passa, de geração para geração, o singelo hábito de saber colecionar obras de arte e compartilhá-las com o público. Óbvio que o Estado colocou entrou na parada e comprou. Não sei avaliar o valor, em todos os sentidos da palavra, daquele super acervo. Resultado? Uma aula de História da Arte, com obras que representam os diferentes períodos, momentos, temas... Amei! Amei mesmo! Foi uma das mais bonitas surpresas da Espanha, e olha que foram várias!
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Lá, topamos com quadros sobre o mar, pouco divulgados do Hopper, e com o Hotel Room, de 1931, que eu A-D-O-R-O.
HOPPER, Edward. Hotel Room, 1931. Oil on canvas. 152,4 x 165,7 cm.
*** Fotita que a Déa, zaz, fez sem flash. Shhhhhh.
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Como se não bastasse, topamos com quadros da Gabriele Münter, que é o máximo, embora lembrada sempre como aluna-amante do Kandinsky. Vi uma exposição (inédita) com obras dela no Institute Courtauld em Londres, em 2005, e fiquei encantada. Virei fã e não esperava por isso em Madrid.
MÜNTER, Gabriele. Escuela, Murnau, 1908. Óleo sobre cartón. 40,6 x 32,7 cm

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Não sou rata de galeria. Longe disso. Mas encontrei no Thyssen-Bornemisza muita, muita coisa mesmo que eu curti demais.
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T-E-M-------Q-U-E-R------I-R.

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