Para volver ao Brasl, chegue antes, mesmo no aeroporto. Em Madrid, no aeroporto Barajas, além de fazer o check-in, você vai tomar um trem, que sai (de graça) do aeroporto para ir até a sala de embarque (sim, é um aeroporto grande). Olhe bem qual é o seu gate nos painéis e fique ligado. Pode mudar o gate. Geralmente, se mantém o mesmo, mas pode mudar.



Tive que comprar uma mochilinha de seis Euro, pois a bolsa para andar na cidade que eu levei se acabou na chegada em Barcelona. E ainda teríamos uma longa viagem de volta ao Brasil! Tudo bem, era mochila comprada "no Chino", como eles dizem na Espanha, só que, por dios, mal agüentou eu sair da loja! Resultado: a mochila comprada no Chino começou a soltar as alças e o zíper já não fechava mais bem na hora de ir para o aeroporto. Imagina! A gente estava na casa da Nati, minha amiga, que conheci em Bogotá e que agora está morando em Madrid. Da casa dela já tomaríamos o metrô para o aeroporto. E agora?
Idéia da Nati: costurar a bolsa. Minha idéia: grampear. Fizemos as duas coisas! E atei o xale em volta.
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Ata-me, 1990.
Outro filme do Almodóvar.


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A mochila do Chino, costurada e grampeada, com um xale amarrado em volta, ficou até moderninha. O problema é coloquei o computador dentro dela, justamente para ficar bem protegido, fofinho, lacrado. Na hora do Raio-X, pediram pra Déa tirar o sapato. E pra mim, Lei de Murphy, pediram para abrir a mochila. Gelamos. Eu disse ao guarda: - Moço, só tem roupa aqui e um computador. Foi um rolo só fechar essa mochila. Se eu abrir, não vou mais conseguir fechar.
Daí, ele me explicou que o problema era justamente o computador, pois ele "cerrava" a visão.
Voltei e, rezando para o computador estar fácil de pegar, fui descosturando e desgrampeando tudo.
Não precisei abrir muito: logo puxei o computador. Ufa! Passei no Raio-X e pegamos o trem para o nosso gate.
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Um comentário:
Uau! Que aeroporto lindo!
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